Quem sou:

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Bacharel em Turismo e Meio Ambiente pela UNESPAR - Universidade Estadual do Paraná/Campus de Campo Mourão. 
Praticante de Artes Marciais desde 2007, graduado Instrutor pela Federação Paranaense de Kung fu Wushu (2011) e Professor em 2012 pela CBKW - Confederação Brasileira de Kung fu Wushu. 
- Faixa preta, 1º duan pela Confederação Brasileira de Kung fu Wushu 2012. 
- Faixa azul de Jiu-jitsu pela Checkmat e competidor de MMA pela Markine Fight.
- Vigilante Patrimonial na empresa Master Vigilância Especializada
- Professor de Boxe Chinês na Academia Markine Fight Centro de Treinamentos Campo Mourão - Paraná.

MEDALHISTA NOS CAMPEONATOS E EVENTOS: 

- Vice-Campeão brasileiro de Sandá (2014), 3º em (2013) e 5º em 2012.
- Campeão estadual (paranaense): (2008, 2009, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016...) Vice (2010). 
- 1 Grand Prix de Boxe Chinês: 1º colocado - ano: 2009
- Copa Paraná: 1º colocação nos anos: 2008, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015... 
- 6º Torneio da Liga Nacional de Sandá - 1º colocado - ano: 2011
- Kung fu Championship: 1º colocado - ano: 2011
- Ct Dragão DN Toledo - 2º colocado 
- Copa Amizade de Jiu-jitsu Umuarama: 3º lugar - ano: 2013
- Kickboxing em Palotina. Jogos abertos - 1º lugar - 2015
- II MSC MMA Sanda Combat - 1º lugar - 2015
- III MSC MMA Sanda Combat - 1º lugar - 2015
- IV MSC MMA Sanda Combat - 1º lugar - 2015
- I° Markine Fight Combat MMA - 1º lugar - 2016
- II Markine Fight Combate MMA - 1º lugar - 2017

Treinadores e ex-treinadores que contribuíram para o meu desenvolvimento nas artes marciais:

Prof Markine Santos - Sandá (In memorian)
Prof. Daniel Ramos - Jiu-jitsu - Gracie
Prof Ricardo "Didi" Silva - Jiu-jitsu - Gracie
Prof Kayo Borghi - Jiu-jitsu - Checkmat
Prof João Guedes - Jiu-jitsu - Nova União
Prof. Elpidio Koch Junior - Jiu-jitsu - Gracie Barra Paraná

Frases: "Um atalho é sempre a distância mais longa entre dois pontos. Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do manual."

"Assim como o lutador, o guerreiro conhece sua imensa força; e jamais luta com quem não merece a honra do combate.

O lutador que degusta o tempo, se alimenta de vitórias; pois da perseverança é que provém as conquistas”. (Autor desconhecido)


Buda

"A lei da mente é implacável. O que você pensa, você cria; O que você sente, você atrai; O que Você acredita, torna-se realidade."
Boa leitura

Vitórias

"Há vitórias que exaltam, outras que corrompem, derrotas que matam, outras que despertam." Antoine de Saint-exupéry
"Gosto da sinceridade das horas que não falamos absolutamente nada. Só assim tudo é dito em absoluto." (CLARICE FREIRE)

Se sentindo romântico

"Mesmo que o tempo me leve a lugares distantes e me faça esquecer parte da minha vida. Haverá sempre lembranças de você. Prometi guarda-la em minha alma e não no meu coração, porque um dia meu coração deixará de bater, mas minha alma jamais deixará de existir..."

Turismólogo

Turismólogo
Este profissional pode assumir o papel de empreendedor, gestor e administrador, integrando todas as atividades do setor de turismo. Poderá atuar ainda em empreendimentos de turismo, na organização e administração de empresas e empreendimentos turísticos, no planejamento e execução de projetos de turismo regional, nacional e internacional, na programação e organização de atividades de lazer, na docência de cursos profissionalizantes de Turismo, na identificação e avaliação de potencial turístico. No decorrer do curso são desenvolvidos programas de qualidade voltados para o turismo, visando à satisfação do consumidor, à preservação do meio ambiente, à qualidade de vida das populações regionais, ao desenvolvimento sustentável, à formação de mão-de-obra qualificada. O profissional pode atuar em setores de empresas públicas ou privadas, relacionados ao turismo e meio ambiente, empresas de turismo e meio ambiente, escolas, universidades. (UNESPAR/CAMPUS CAMPO MOURÃO, 2014)

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

GASTRONOMIA DA REGIÃO CENTRO-OESTE - TURISMO

Essa postagem tem por objetivo apresentar a gastronomia da região Centro-Oeste brasileira. De inicio vale ressaltar que os aspectos geográficos são predominantemente responsáveis pelos hábitos alimentares dos indivíduos, como por exemplo: clima, solo, fauna e a própria colonização que ocorreram em todas as regiões do Brasil. No caso da região centro-oeste os rios são alguns dos meios que favorecem as atividades ligadas à pesca, portanto, devido a esse fator boa parte dos pratos expostos nesse trabalho tem como ingrediente principal o peixe.
O site CPT (2014), divulga em sua página a gastronomia típica de cada de região do país e nesse mesmo site é retratado um pouco da história de como surgiram as variedades da culinária no Centro-Oeste, que basicamente está ligada a vinda dos colonos que tinham conhecimento e experiência em agricultura e pecuária moderna. Logo, combinou essas experiências com os recursos do meio ambiente, principalmente o da pesca.

Figura 1: Pacu Assado. Esse prato é bastante apreciado pelos cuiabanos.
Fonte: GOOGLE, 2014
A região Centro-Oeste é banhada pelas duas maiores bacias hidrográfica do continente: a da Amazônia e a do Prata. Alguns dos produtos da pesca e caça regionais são pacu, piranha, dourado, pintado, anta, cotia, paca, capivara, tatu, veado e jacaré. Dos peixes, frutas e carnes do Centro-Oeste surgem pratos típicos como o peixe na telha (assado na telha), peixe com banana, carne com banana, costelinha, bolinhos de arroz, pamonha, Pacu Assado. (CULINÁRIA NO MUNDO, 2012).
            Outras influências também fizeram parte da composição da variedade da gastronomia do Centro-Oeste, como por exemplo, de MG vieram o feijão tropeiro, a a carne seca, o toucinho e a banha de porco. A culinária do Sul também teve influência na composição dos hábitos alimentares dos povos dos estados de MT, MS, DF e GO. Cita-se como exemplo o churrasco gaúcho que surgiram da migração dos sulistas à região tema desse trabalho.
O site Culinária no mundo (2012) cita que a gastronomia pantaneira, antes da construção da estrada de ferro Noroeste do Brasil que foi finalizada em 1914 tinha uma dependência do rio Paraguai, pois navios estrangeiros ali aportavam trazendo mercadorias, passageiros e consequentemente seus costumes, portanto inevitavelmente aculturação desses povos. Deste período pode-se destacar o “puchero” (cozido) da Argentina, que é diferente do similar mineiro; do Paraguai veio a chipa, a sopa paraguaia e o locro; de Cuiabá as farofas de banana e de carne, o pacu ensopado, frito ou assado, e o caribéu (abóbora com carne seca).  
O Tereré de origem paraguaia é uma bebida bastante apreciada pelos sul-matogrossense. É comum encontrar jovens de diversos estados apreciando a mesma em estações quentes, pois ela é servida fria ou bem gelada. Essa bebida é uma espécie de chimarrão dos gaúchos, preparado com a erva mate, porém, como citado anteriormente não é uma bebida quente como o chimarrão, mas fria. Sua chegada deu-se por meio das cidades fronteiriças de Ponta Porã e Bela Vista, região rica em ervais nativos. Depois da finalização da estrada de ferro ligando Corumbá a Santa Cruz de La Sierra, a Bolívia contribuiu com a saltenha (Figura 2) e o arroz boliviano (espécie de risoto com ervilhas, banana da terra frita, pedaços de galinha, ovos cozidos e milho verde).

Figura 2: pratos apreciados na região centro – oeste. Adaptação: Edilson Luis
Fonte: GOOGLE, 2014

O site CPT que realiza cursos de gastronomia dividiu os principais ingredientes utilizados por cada estado da região centro-oeste. Fora divulgados as seguintes informações: Goiás - os pratos mais populares são: arroz com pequi (figura3), guariroba, leitão assado, empadão goiano, galinhada, tutu com linguiça (figura 2), couve, torresmo, quiabo refogado, biscoito de polvilho, manjar branco com calda de ameixa. A pimenta-bode e a jurubeba também são bastante apreciadas pelos goianos.
No Mato Grosso - Uma das receitas mais conhecidas deste local é a mojica (figura 3), que é feita com o pintado. Os peixes são muito consumidos, podendo ser citados o pacu, pacupeba, piabucu, piraputanga e dourado. O acompanhamento geralmente é a banana da terra.
Já no Mato Grosso do Sul - algumas preparações são realizadas com os seguintes ingredientes: arroz de carreteiro com charque, moqueca de peixe, pacu assado (Figura 1), caldo de piranha (Figura 2), doces de abóbora, mamão, cajú, licor de pequi, etc.
No Distrito Federal - em Brasília, você encontra de tudo: pato no tucupi, feijoada, churrasco, galinha ao molho pardo, carne de capivara, enfim, além da influência estrangeira, há uma mistura da culinária de todas as regiões do Brasil.

Figura 3: Pratos da culinária do Centro-oeste.
Fonte: GOOGLE, 2014.
Adaptação: Edilson Luis

Como já estudado em sala de aula na disciplina de Gastronomia do Curso de Turismo e Meio Ambiente da UNESPAR, todas as regiões dos Brasil tiveram contribuição na questão cultural, econômica, nas tradições fundadas nas típicas festas populares e também das gastronomias de diversos povos, como os europeus, os indígenas, os africanos e assim sucessivamente. Portanto, todos são responsáveis por essa gama de diversificação de comidas típicas, de culturas e inclusive por essa miscigenação que os brasileiros possuem, herdando consigo hábitos alimentares de países vizinhos.
Não se pode deixar de destacar a utilização de muitos temperos especiais, como açafrão, gengibre, jurubeba (fruta silvestre amarga)  e pequi. Além dos temperos tradicionais, comuns a todas as cozinhas, com o  alho, cebola, cebolinha, salsa, coentro e pimentas. Pode-se, ainda, dizer que a caça farta, rios repletos de espécies de peixes, pequi, banana-da-terra e guariroba, como citado anteriormente complementam os pratos típicos da Região Centro-Oeste.
No inicio desse trabalho foi relatado como se deu a introdução de alguns ingredientes culinários à cultura do Centro-oeste, no entanto, vale complementar: a história revela que os bandeirantes e garimpeiros levaram ao Estado de Goiás, pela fronteira de Minas Gerais, pratos de outras localidades, como feijão-tropeiro, carne-seca, o toucinho, e a banha de porco, como já citado. Dos gaúchos, veio o arroz-de-carreteiro, que foi rebatizado com o nome de Maria Izabel.
Vale ressaltar que no século XIX, Cuiabá passava por apertos financeiros que causavam a baixa na média populacional da cidade. No entanto, desde o início do século XX, a capital mato-grossense apresentou um forte crescimento populacional chegando acima da média nacional, com isso, as melhorias ocorreram até chegar aos dias atuais. A cidade é conhecida como a Capital Verde, mostrando que há inúmeras opções de lazer, como os Museus de História e Pedras Ramis Bucair. (DICAS DE VIAGEM, 2012)
  

REFERÊNCIAS


CULINÁRIA NO MUNDO. Disponivel em : < http://culinarianomundo.blogspot.com.br/2012/07/para-fechar-serie-de-posts-sobre.html > Acessado dia 08/11/14

CONHECENDO A CULINÁRIA BRASILEIRA. MAIS EQUILIBRIO. Disponivel em: < http://maisequilibrio.com.br/nutricao/conhecendo-a-culinaria-brasileira-regiao-centrooeste-2-1-1-594.html > Acessado dia 08/11/14

COZINHA TIPÍCA BRASILEIRA. BEEFPOINT. Disponivel em: < http://www.beefpoint.com.br/cadeia-produtiva/sic/cozinha-tipica-brasileira-parte-3-23483/ Acessado dia: 08/11/14

DICAS DE VIAGEM. DECOLAR. Disponivel em: < http://www.decolar.com/blog/dicas-de-viagem/comidas-tipicas-cuiaba > Acessado dia 08/11/14


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