Buda

"A lei da mente é implacável. O que você pensa, você cria; O que você sente, você atrai; O que Você acredita, torna-se realidade."
Boa leitura

Vitórias

"Há vitórias que exaltam, outras que corrompem, derrotas que matam, outras que despertam." Antoine de Saint-exupéry
"Gosto da sinceridade das horas que não falamos absolutamente nada. Só assim tudo é dito em absoluto." (CLARICE FREIRE)

Se sentindo romântico

"Mesmo que o tempo me leve a lugares distantes e me faça esquecer parte da minha vida. Haverá sempre lembranças de você. Prometi guarda-la em minha alma e não no meu coração, porque um dia meu coração deixará de bater, mas minha alma jamais deixará de existir..."

Turismólogo

Turismólogo
Este profissional pode assumir o papel de empreendedor, gestor e administrador, integrando todas as atividades do setor de turismo. Poderá atuar ainda em empreendimentos de turismo, na organização e administração de empresas e empreendimentos turísticos, no planejamento e execução de projetos de turismo regional, nacional e internacional, na programação e organização de atividades de lazer, na docência de cursos profissionalizantes de Turismo, na identificação e avaliação de potencial turístico. No decorrer do curso são desenvolvidos programas de qualidade voltados para o turismo, visando à satisfação do consumidor, à preservação do meio ambiente, à qualidade de vida das populações regionais, ao desenvolvimento sustentável, à formação de mão-de-obra qualificada. O profissional pode atuar em setores de empresas públicas ou privadas, relacionados ao turismo e meio ambiente, empresas de turismo e meio ambiente, escolas, universidades. (UNESPAR/CAMPUS CAMPO MOURÃO, 2014)

sábado, 14 de junho de 2014

SANDÁ - kAMPFKUNST

Para quem acha que o esporte de luta é só para homens, aqui estão dois exemplos que isso não é verdade:

Thayrine Mello
Fonte: robertobessert.blogspot.com.br
Modelo e atleta de artes marciais. Segundo informações, atualmente divide as passarelas com as luvas de MMA.

Já a Alice Aleluia da Luz é minha parceira de treino. Essa atleta divide seu tempo como Professora municipal, Instrutura de Artes Marciais e Atleta semi e profissional de Sandá. Nesse ano (2014), a Alice disputará o campeonato internacional em Portugal. Se depender da nossa torcida... Já ganhou!

Minha colega de treino e esposa do meu mestre Markine Santos. Alice Aleluia da Luz
Fonte: markine.blogspot.com.br

CAMPEONATO MUNDIAL DE KUNG FU WUSHU / SANDÁ 2009
CHAMPIONSHIP SANSHOU 2009

Video produzido pelo Diretor técnico da CBKW: Antonio Carlos.
Um dos melhores videos que já assisti de Competição


quinta-feira, 12 de junho de 2014

CAMPO MOURÃO - ESTUDO NO PARQUE DO LAGO JOSÉ TEODORO DE OLIVEIRA.

Titulo: A degradação ambiental do Parque do Lago


RESUMO

O parque do lago Joaquim Teodoro de Oliveira, é um parque de uso público, portanto foi constituído como uma área de lazer para a população de Campo Mourão e visitantes de outras regiões e municípios. Contudo, percebemos que ele esta bastante danificado, visando contribuir para a conservação e sensibilização das pessoas com relação ao uso desse espaço. Apresenta-se um estudo em unidades de paisagens (UPs) do Parque do Lago, para isso foram elaboradas pesquisas de campo, estudo de mapas, imagens de satélite e analises de tabelas. Preliminarmente, constatamos que alguns freqüentadores do parque não possuem a conscientização das degradações que pode ser causadas pelos resíduos deixados no parque. A reestruturação do bosque é importante, pois atrairá mais turistas para aquela área, portanto, gerando renda econômica para o município de Campo Mourão, além da preservação da fauna e flora.

Palavras-chave: Unidades de paisagens; Parque do Lago; Conservação; Campo Mourão.

INTRODUÇÃO

Conforme notamos na pesquisa de campo, o Parque do lago possui diversos atrativos, além da paisagem natural. A área para recreamento é um dos atrativos, pois é um local onde geralmente as os visitantes costumam se reunir para lanchar, conversar e manter as crianças se divertindo nos brinquedos rústicos (feitos de madeiras), que lá estão ex: balanços, escorregas, possui também uma parada para exercícios físicos.

O Parque Municipal Joaquim Teodoro de Oliveira, conhecido na região como Parque do Lago de Campo Mourão-PR, é uma área ecotonal entre a Floresta Estacional Semi-decidual Montana e Floresta Ombrófila Mista Montana (PAROLIN, 2011).
Figura: Parque do Lago José T. Oliveira (Bosque)
Fonte: Tribuna do Interior

Segundo o IBGE (2013), Campo Mourão possui mais de 85 mil habitantes, é uma cidade de grande potencial turístico, como é o caso do turismo de negócios, turismo gastronômico, turismo rural, turismo agropecuário, turismo de eventos e outros. Sendo assim, é essencial a preservação do ponto turístico da cidade, para continuar atraído pessoas de toda a região.

OBJETIVO

O objetivo desse estudo é observar, coletar dados e informações do Parque do Lago, visando sensibilizar as pessoas para uso e preservação do ambiente como ponto turístico. A preservação desse ambiente irá atrair mais frequentadores para o Parque do Lago, gerará rendas as pessoas que trabalham em torno do mesmo, ex: os sorveteiros, lanches, carrinhos de cana-de-açúcar e outros, importante como fonte de renda para o sustento dessa população menos favorecida pelo sistema de economia do município.
Figura: Parque do Lago José T. Oliveira

Para esse estudo dividimos a região do Parque do Lago e seu entorno em 10 Unidades de Paisagem, a saber: U.P. 1 Área urbana; 2 Lago das Vitórias Régias; 3 Lago principal; 4 Bosques; 5 Nicho; 6 assoreamento; 7 Área de vegetação natural; 8 Gramado; 9 Afloramento de Rochas; 10 Área de recreação. A partir do estudo dessas unidades representadas nas tabelas, poderemos dizer como esta a conservação do Parque do Lago Joaquim Teodoro de Oliveira.

  • Os quadros com os dados técnicos não foram distribuídos nessa postagem.
REFERENCIAL TEÓRICO

Para Chaves (2008, p. 2), Maio Ambiente, se considera como el entorno de un organismo, con los cuales interactúan los seres vivos, el conjunto de las condiciones e influencias externas que afectan la vida y el desarrollo de un organismo. En ese caso, se considera como el medio físico, químico, abiótico y biótico de cualquier organismo vivo. Nesse caso o Parque do Lago, tem todos esses organismos que fala o autor e que devem ser preservado para que não haja impacto sobre essapaisagem.
Devemos considerar o Meio Ambiente, “Como el medio global, formado por el entorno natural, los objetos que son los artefactos de la civilización y el conjunto de todos los fenómenos sociales, económicos y culturales que transforman a los individuos y grupos humanos, por lo que estaría integrado por tres aspectos interrelacionados (Sabes, apud Mateo, 1999).

• El resultado material de la acción humana, o sea la Naturaleza transformada por el trabajo social.
• Los diferentes flujos y relaciones que integran los diversos objetos creados por la acción humana.
• Los seres humanos, caracterizados por sus relaciones sociales, su cultura, ideas, mitos, símbolos, utopías y conflictos. (CHAVES 2008)
Nesse sentido podemos observar que não é só o meio ambiente físico que interessa, mas o meio ambiente humano e construído que forma a paisagem do parque, esses são aspectos importantes para se pensar à análise da paisagem e suas unidades.

RESULTADOS

Ao adentrarmos no Parque do Lago, foi nítido o descaso com o local, pois a mais de cinco anos o parque está em obras e nada fora resolvido. Hoje o lago é apenas um lamaçal, por conta do assoreamento.
Quanto às caminhadas, é permitido por entre a vegetação - estradas estreitas de asfalto, no entanto, não é zelado, pois notamos no local: lixos jogados por todas as partes, os freqüentadores dali não entendem o mal que causam ao jogar sacolas plásticas, vidros, papéis etc. Os plásticos não de decompõem de uma hora para outra, os papéis facilitam um possível incêndio e os vidros acumulam água, onde mosquitos causadores de doenças procriam.
Podemos precaver esse impasse de degradação, com o aumento do efetivo dos vigias, instalações de mais lixeiras nos caminhos entre a vegetação, cobrar a limpeza de todos os locais, especialmente nos ambientes mais visitados, porque é ali o maior foco de lixos. (Revista Ciências do Ambiente On-Line, 2007).


IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PUBLICAS:

Notamos que serão necessárias implantação de políticas públicas na esfera municipal e estadual, para possível estruturação e melhor utilização da área do Parque do Lago Joaquim Teodoro de Oliveira.


REFERÊNCIAS

IBGE: Disponivel em: < http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=410430 > Acesso: 12 de junho de 2014

CHAVEZ. S. E. MEDIO AMBIENTE , PAISAJE Y OTRAS CATEGORIAS DE INTERES. Universidad de Havana, 2008.

MASSOQUIM, N. G. Clima e Paisagem na MNMesorreagião Centro Ocidental Paranaense. (Tese de Doutorado), USP, São Paulo: 2010.

PAROLIN, Eloisa Silva de Paula; PAROLIN, Mauro. I Simpósio de Estudos Urbanos-SEURB. Fecilcam, 2011.

PLATIAU, Ana Flávia Barros, et al. Artigo: Meio ambiente e relação internacionais: perspectivas teóricas, respostas institucionais e novas de debates. Disponível em: < http://www.apucarana.pr.gov.br/institucional/pontos-turisticos> Acessado dia 20/09/12 as

TRIBUNA DO INTERIOR. Disponivel em: < http://www.itribuna.com.br/dia/imagem-do-dia/2012/2/27/> Acesso: 20/09/12

CARNE DE CACHORRO: TRADIÇÃO E POLÊMICA NA CORÉIA DO SUL


Trabalho apresentado aos acadêmicos de Turismo e Meio Ambiente de 2013 - UNESPAR/Campus de Campo Mourão

Essa é uma das tradições exóticas que encontramos fora, a culinária da Coréia do Sul. Especificamente estamos tratando do prato feito com a carne de cachorro, que aqui no Brasil esse prato gera muita polêmica, pois para nós brasileiros o cachorro é um animal de estimação e muitos possuem uma estima tão grande por esse que os tratam como se fossem humanos.



O consumo da carne de cachorro ou Kaegogi na Coréia do Sul é uma tradição de milhares de anos e se pratica de forma ocasional por ser um prato caro e o mesmo só é disponibilizado em restaurantes especializados. Ao menos na teoria.


Na Coréia, o cachorro é considerado tradicionalmente uma grande fonte de energia e também fonte de virilidade masculina, algo que MoonHyun-Kyeong, presidente da Associação Coreana de Nutrição, atribui à sua alta contribuição de proteínas em uma dieta caracterizada, especialmente no passado, pela escassez de carne. O outro problema na questão do prato é a forma que vivem os animais que serão comercializados. Muitos grupos denunciam a obscura realidade nas quais os cachorros vivem, aglomerados em jaulas pequenas sem condições mínimas de higiene e, para sacrificá-los, em alguns casos são usadas técnicas cruéis como golpes na cabeça ou estrangulamentos.
No to dog meat - Em referencia a citação do texto

Por sua parte, as leis locais não ajudam a frear nem a regularizar estas atividades, que acontecem à vista de todos, mas à beira da clandestinidade. Um fato interessante é que embora a legislação proíba tecnicamente a venda e o consumo de carne de cachorro, os órgãos competentes não estabelecem penalizações a respeito, o que obriga criadores a trabalhar em um vazio legal onde são escassas as inspeções e os controles de saúde. 

Na revista eletrônica G1 saiu a seguinte reportagem: “Jovens coreanos rejeitam carne de cachorro”.
Segundo Pablo Lopez, repórter do G1 Especial à Coréia do Sul, encontrar um restaurante em Seul que venda pratos feitos de carne de cachorro não é uma tarefa fácil e mais difícil ainda é encontrar um coreano que goste desse tipo de refeição. 
Diferente do que pensamos aqui no Brasil a Coréia do Sul que ao longo dos anos foi estereotipada como "o país onde se come cachorro", vê como algo cada vez mais distante o consumo do polêmico prato.
Para surpresa do repórter, encontrou um homem de 40 anos de idade que nunca provou o prato, diz que o consumo da carne é algo que faz parte da cultura do país, mas que está mudando rapidamente por causa das transformações sociais pelas quais a Coréia passou nos últimos anos. 

"É verdade que algumas pessoas ainda adoram o prato, mas é cada vez mais raro encontrar lugares que vendem essa carne aqui em Seul. A sociedade está mudando sua maneira de pensar e simplesmente há menos gente comendo esse prato", afirma Kim, lembrando que todos os países têm suas "estranhas tradições": "Na China, por exemplo, há quem coma ratos.”.

De acordo com essas informações levantadas, podemos entender então que a mídia ocidental tem uma tendência em dizer que os coreanos podem ser considerados bárbaros por consumirem carne de cachorro, e de insinuar que culinária coreana é apenas constituída desse animal. No entanto, esta não é a verdade. Primeiramente, existem centenas de variações na cozinha coreana, que não se baseia apenas num determinado prato. A carne de cachorro, diferente do que é informado, não é consumida pela grande massa, apenas uma pequena parte da população a consumia antigamente e uma menor porção ainda, que vivem nas áreas mais afastadas da cidade, ainda o fazem de fato na atualidade.

Ainda em relação às afirmações citadas contra a mídia do ocidente, se falarmos em Alteridade, por exemplo: “o conceito que o indivíduo tem segundo o qual os outros seres são distintos dele. Contrário a ego” (DICIONÁRIO DEPSICOLOGIA, 1973, P. 75), já (ABBAGNANO, 1998 p. 34-35), conceitua a alteridade como ser outro, colocar-se ou constituir-se como outro. 

Ao entendermos o que é Alteridade e o que é Cultura teremos então a capacidade de reflexão para com a diversidade existente ao nosso redor. Por exemplo, voltando à cultura de muitos coreanos em saborear o prato “exótico” preparado com cachorros. Existe uma grande influência geográfica e cultural envolvendo o consumo da carne de cachorro, assim como em outras partes do mundo há o consumo de outras carnes exóticas, que aos olhos de estrangeiros pode parecer estranho. Na Índia a vaca é sagrada, porém a carne da mesma é bastante saboreada em outros países, principalmente no Brasil.

Possuimos muitas culturas vistas de formas estranhas e diferentes por estrangeiros. Na realidade, isso acontece até mesmo entre os próprios brasileiros, quando, por exemplo, um turista visita outro estado. Se ele possuir características ou costumes diferentes a do local em que visita, ele pode sofrer algum tipo de preconceito, caso, o outro não compreenda a identidade e a diferença encontrada na vida desse individuo.



REFERÊNCIAS

JOVENS COREANOS REJEITAM CARNE DE CACHORROS. Disponível em: Acessado dia 08/09/13 às 20:00.

PRATOS EXÓTICOS DA COREIA DO SUL. Disponível em: Acessado dia 08/09/13 as 23:00


R7 NOTICIAS INTERNACIONAIS. TRADIÇÃO DA CARNE DE CACHORROS. Disponível em: < http://noticias.r7.com/internacional/noticias/carne-de-cachorro-tradicao-e-polemica-na-coreia-do-sul-20120512.html> Acessado dia 10/09/13 as 21:00.


terça-feira, 10 de junho de 2014

RELATÓRIO DO ROTEIRO CAMINHO DAS ARTES

การท่องเที่ยวและสิ่งแวดล้อม

No dia 16 de maio de 2014, as das nove horas da manhã, os acadêmicos do Curso de Turismo e Meio Ambiente da UNESPAR, juntamente com os professores e representantes da Secretaria da Cultura, foram conduzidos a alguns pontos da cidade de Campo Mourão com o objetivo de conhecer os atrativos, avalia-los e inseri-los num roteiro turístico com intuito de incrementar os atrativos que a Cidade possui.

O primeiro local visitado pelos acadêmicos foi o Teatro Municipal, que conta com uma ampla instalação e tem capacidade para 470 lugares e realiza anualmente a temporada de Teatro que reúne um grande numero de artistas. Quanto ao espaço do local, ele possui cerca de 1.500 metros de área construída.

Todos se reuniram no teatro citado acima, para que pudessem conhecer um pouco mais sobre os problemas enfrentados na construção do mesmo, logo, ter ciência das necessidades que o mesmo tem para com os investimentos em infraestrutura. Em seguida os acadêmicos se deslocaram no ônibus disponibilizado pela empresa Nordeste, o mesmo passou de frente à Igreja Ucrâina, que está localizado na área central da cidade, mais precisamente na Avenida Manoel Mendes de Camargo. Por questão de tempo não puderam adentrar à igreja, porém, existe a possibilidade da mesma ser inserida no trajeto.

Outro local que os acadêmicos também não adentraram foi o Espaço Sou Arte, que está localizado na Avenida Jose Custódio de Oliveira, na área central da cidade. O terceiro local a ser visitado foi a Biblioteca Municipal, lá os acadêmicos foram bem recepcionados e puderam conhecer a história dessa biblioteca. A mesma surgiu graças à ação da comunidade que tiveram a iniciativa de não deixar que a herança do povo Paranaense, logo, Mourãoense se perdesse com tempo. Segundo relataram fora realizado uma festa onde a única exigência era que levassem um livro e foi a partir daqueles livros coletados é que se originou o acervo existente hoje.

Próximo à biblioteca estão algumas obras tombadas, como: o Chafariz e o Coreto. Possui também a rodoviária central, a Catedral São José que é um atrativo para turistas religiosos e que segundo Santos Junior (2010) sua construção é uma réplica da Igreja de São Bento do Sul no Rio Grande do Sul, porém, não é só por esse motivo que chama a atenção, mas sim por sua arquitetura. “Ela foi fundada em 8 de dezembro de 1942, por D. Manoel Koemer e instalada em 19 de março de 1943, na praça de mesmo nome, junto à outro espaço público a Praça Getúlio Vargas, no centro. Sua construção começou em 1942 e foi inaugurada em 1968.” (PREFEITURA DE CAMPO MOURÃO, 2014). Acredita-se que seria de grande valor acrescentar a Catedral e os monumentos tombados no Caminho das Artes, pois é um patrimônio cultural e agrega valores tanto a cidade quanto as pessoas que os visitam.
Catedral São Jose e do lado direito o Chafariz

 Em seguida, os acadêmicos se deslocaram a pé até o museu que fica próximo aos locais citados acima, ao chegarem, foram recepcionados pela Sra. Edina Simionato, que é funcionária publica, concursada pela FUNDACAM e que atua como coordenadora do Museu Municipal Deolindo Mendes Pereira, há mais de 19 anos. A Sra. Edina fora receptiva para com todos os presentes nesse dia. Ela ajudou com que os acadêmicos absorvessem o máximo possível da história dos pioneiros e da evolução que a cidade de Campo Mourão obteve.

Todos foram direcionados para pequenas galerias onde estavam expostas algumas makets de casas de madeiras, a antiga rodoviária e delegacia. Estavam expostos alguns discos de vinis, fotografias de casas antigas, muitas delas inclusive ainda existem. Observaram também coleções de ferros de passar roupas, alguns rádios, uniformes de prefeitos, retratos, óculos, enfim, diversos utensílios utilizados pelos ancestrais Mourãoenses.

Após visita ao museu, todos seguiram de ônibus à Escola Municipal de Arte Circense que está localizada próximo ao Bosque. Os principais projetos desenvolvidos é a trupe de Circo FUNDACAM, Trupe de Bairros e formação básica para as artes circenses. (FUNDACAM, 2014). Para recepcionar os acadêmicos, os artistas circenses prepararam algumas apresentações que deixaram todos impressionados com as técnicas que os mesmos possuem. Ressalta-se que um dos artistas chama-se Vanuza Eloíza que é Turismóloga, formada pela UNESPAR.

O último local visitado foi à Casa da Música, que finalizou o roteiro com um conserto. Para concluir o relatório, é importante deixar claro que todo o trajeto percorrido é seguro. A infraestrutura das ruas estão em perfeito estado, no entanto, deixou a desejar no quesito sinalização. As placas de sinalizações de velocidade e de preferenciais não estavam bem visíveis, pois estavam cobertas por galhos de árvores ou amassadas por vândalos.
Capela Nossa Senhora da Aparecida em Campo Mourão - PR
Para finalizar, acredita-se que incluir as visitas em locais com obras tombadas agregaria mais valor ao roteiro, como já citado anteriormente. Também poderia complementar o Roteiro a Capela Nossa Senhora da Aparecida, a Gruta da Paróquia do Jardim Santa Cruz, Paço Municipal e o Bosque.






Capela no Jardim Santa Cruz











Por: Edilson Luis Fernandes, 2014.



REFERÊNCIA

FUNDACAM. Disponível em: <http://campomourao.pr.gov.br/fundacam/circense.php> Acesso: 07 de junho de 2014.

PREFEITURA DE CAMPO MOURÃO. Disponível em: < http://campomourao.pr.gov.br/turismo/catedral.php > Acesso: 07 de junho de 2014.

SANTOS JUNIOR. Jair Elias. Patrimônio Cultural: um retrato de Campo Mourão. Campo Mourão, PR: Edição do autor, 2010.


segunda-feira, 9 de junho de 2014

A ACESSIBILIDADE NOS HOTÉIS DE CAMPO MOURÃO


 A ACESSIBILIDADE NOS HOTÉIS DE CAMPO MOURÃO

FERNANDES, Edilson Luis[1]
(Or.) MARCOTTI, Ângelo Ricardo[2] 

INTRODUÇÃO

            Por se tratar de uma cidade de turismo de negócios com uma grande demanda sobre os hotéis de Campo Mourão, questiona-se sobre a adequação dos hotéis para receber indivíduos portadores de necessidades especiais, especificamente os cadeirantes. Esse trabalho delimita a questão da acessibilidade, selecionando três hotéis na área central de Campo Mourão, são eles: Hotel Campo Palace, Tonello Business e Paraná Palace Hotel. Opta-se pela escolha destes, por possuírem condições de infraestrutura e maiores fluxos de pessoas. Fazendo-se importante para todos os setores ligados a hotelaria, não só de Campo Mourão, mas também de outras localidades. Pois poderão utilizar dos resultados dessa pesquisa para as melhorias necessárias em seus estabelecimentos turísticos.
            No trabalho são citados a questão da procura de apartamentos adequados e também de áreas de lazer com as devidas adaptações à cadeirantes. A justificativa do trabalho se dá pela necessidade em desenvolver pesquisas que regem questões relacionadas ao desenvolvimento turístico hoteleiro e a inclusão social, temas que serão discutidos no trabalho.
            Ressalta-se também que o Ministério do Turismo entendendo a importância da inclusão das pessoas com deficiência à sociedade, desenvolveu de acordo com a legislação brasileira e Normas Técnicas – ABNT uma 2º edição do Manual de Recepção e Acessibilidade de Pessoas com deficiência a Empreendimentos e Equipamentos Turísticos. A partir desse manual é que foram desenvolvidas as questões das adaptações necessárias às instalações dos hotéis citados anteriormente na cidade de Campo Mourão.
            Por possui uma posição geográfica privilegiada, devido o ligamento as principais rodovias do estado do Paraná, Campo Mourão também faz parte da rota de turistas que seguem viagem a Foz do Iguaçu, que está a 323 km e da Capital Curitiba que está a 450 km. Campo Mourão é uma cidade - pólo da Microrregião 12, que agrega 25 municípios que totaliza uma população de 357 mil habitantes. (PREFEITURA DE CAMPO MOURÃO).
            Sendo assim, fica ressaltada a importância de que hajam equipamentos e serviços turísticos para receber os mais diversos públicos. Logo, a comunidade ganhará um local mais planejado com melhores estruturas para receber turistas portadores e não portadores de necessidades especiais.

[1] Acadêmico do 3ano do curso de Turismo e Meio Ambiente da UNESPAR/Campus de Campo Mourão. E-mail: edilsonluis@gmail.com
[2] Bacharel em Turismo e Meio Ambiente e Mestre em Geografia pela FECILCAM; Professor do Curso de Turismo e Meio Ambiente da UNESPAR/Campus de Campo Mourão.
                       

METODOLOGIA

            Segundo Gil (1999), método é um conjunto de procedimentos intelectuais e técnicos necessários à investigação científica. Como o conhecimento científico fundamenta-se na razão, precisa ser sistemático, afim de que possa ser testado e comprovado por outros membros da comunidade científica, daí a necessidade do método. (GIL,1999; LAKATOS; MARCONI, 1993).
            No primeiro momento do trabalho será usado o método de abordagem dedutivo. Esse método parte de uma teoria, de premissas e de hipóteses que deverão ser testadas por experimentos ou observações visando a sua confirmação ou refutação. (MARCONI, LAKATOS 2006).
            Em um segundo momento será realizado pesquisa de campo utilizando as técnicas de pesquisa de observação sistemática; aplicação de questionários e entrevistas. Será através desse que obteremos dados sobre as infraestruturas e serviços prestados aos cadeirantes, como: rampas de acesso ao hotel e ao apartamento, calçadas adaptadas, banheiros com as devidas adequações, cadeiras higiênicas e elevadores, conforme o Manual de Orientações e Acessibilidade (2006).
            O terceiro passo será o procedimento comparativo, pois através desse que se identificarão as semelhanças entre os hotéis da cidade e quais suas diferenças.  
            De acordo com Marconi e Lakatos (1990), questionário é um instrumento de coleta de dados, constituído por uma série ordenada de perguntas, que deve ser respondida por escrito e sem a presença do entrevistador. Em geral o pesquisador envia o questionário para o informante, e depois de preenchido, o informante o devolve. E por fim, serão entrevistados os recepcionistas dos hotéis para a obtenção dos dados precisos da infraestrutura e das características dos hóspedes que se hospedam com maior freqüência nos hotéis citados.
     

CONCEITOS DE ACESSIBILIDADE

            Segundo Sassak (2003), traçando um histórico da trajetória dos termos utilizados à acessibilidade no Brasil, o estudo revelou que no início da história e durante séculos, o principal termo utilizado era “inválidos”, citado em romances, leis e entre outros. Nesta época, e até meados do século XX, este termo ainda era utilizado e a pessoa que tinha deficiência era vista como um peso para a sociedade, sem valor algum.
            Para Huller (2007), outro fator que dever ser avaliado é a questão da capacitação dos colaboradores que receptarão os turistas cadeirantes. A capacitação se dá através de cursos profissionalizantes e superiores e de análise da qualidade do atendimento. Porém, até o ano de 2007 não havia sido dado às devidas atenções a esses setores por parte dos empreendedores hoteleiros.
            Nicholl (2001) diz que o conhecimento pela necessidade de acessibilidade já era conhecida pelos Hebreus cerca do ano 65 antes de Cristo. Eles já evidenciavam a necessidade de uma melhoria na independência dos necessitados de acessibilidade. A análise de Nicholl diz que o autor (da epistola anônima aos Hebreus) não somente recomenda que se facilite a vida dos outros por meio de caminhos acessíveis, mas observa que tal eliminação de barreiras já incorpora a cura, ou eliminação da própria deficiência; conceito que ressurgiu em 1981, Ano Internacional da Pessoa com deficiência.
            A visão de Rocha (2003), é que a falta de acessibilidade a determinados locais e serviços leva as pessoas com deficiências a se sentirem a margem da sociedade, gerando, muitas vezes, perturbações de estima e comportamento, o que contribui ainda mais para a segregação social.  Portanto, se a lei ampara a todos, logo, as mesmas devem ser cumpridas para o bem de cada individuo e da vida em coletividade.


RESULTADOS E CONCLUSÕES PARCIAIS:

            Com as devidas adaptações aos apartamentos e também as áreas de lazer acredita-se que os hotéis obterão resultados positivos para com as hospedagens, pois esses apartamentos poderão ser aproveitados em dias ociosos com pessoas da melhor idade e também por aquelas que não necessitam de apartamentos com instalações diferenciadas. Outra questão também é que os proprietários hoteleiros estarão ampliando seu publico, tornando assim uma concorrência forte para com os hotéis que não optaram em se adaptar as questões levantadas nesse trabalho.
            Portanto, com os conceitos de outros autores apresentados aqui podemos concluir que a acessibilidade vem sendo tratada a muitos anos, porém, ainda está em plena mudança conforme visto nos hotéis de Campo Mourão.



DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Métodos e técnicas de pesquisa em turismo. São Paulo: Futura, 1998.

HULLER, Franciele Cristina; ROSA, Rosana Maria. A Acessibilidade para pessoas portadoras de necessidades especiais: um estudo exploratório em hotéis de Foz do Iguaçu. Monografia, Foz do Iguaçu: Unioeste, 2007.

KUSHANO, Elizabete Sayuri; ALMEIDA, Wolney Gomes. Inclusão social, Cidadania e Turismo – uma investigação sobre a existência de serviços adaptados às pessoas com necessidades especiais nos meios de hospedagens da região metropolitana de Curitiba. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo. v. 2, n. 4, p. 88-101, dez. 2008.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1986.

LATTARI, Aline Barcellos. Acessibilidade em hotéis: A visão dos cadeirantes da zona sul carioca. Niteroi: UFF, 2009.

PREFEITURA DE CAMPO MOURÃO. Disponível em: <http://www.campomourao.pr.gov.br/?p=YWxyb3RsaXMvaV9jYWRpZG9Aemh6> acesso em: 03 de junho de 2014.

NICHOLL, Anthony Robert Joseph. O Ambiente que Promove a Inclusão: Conceitos de Acessibilidade e Usabilidade. Revista Assentamentos Humanos, Marília, v. 3, n. 2, p. 49-60, 2001.

SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão no lazer de turismo: em busca da qualidade de vida. São Paulo: Aurea, 2003.

TURISMO E ACESSIBILIDADE: manual de orientações / Ministério do Turismo, Coordenação - Geral de Segmentação. – 2. ed. – Brasília: Ministério do Turismo, 2006.


COMO DAR PRAZER AS MULHERES

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Coisas simples que dão prazer as mulheres